Sobre nossos livros


Cada livro da The Insight Series Kids traz histórias significativas, elaboradas para apoiar o desenvolvimento emocional e pessoal das crianças.

Aqui, você pode explorar cada livro em detalhes, acompanhado de reflexões de especialistas e avaliações psicológicas.


Entendendo as emoções

O Tesouro das Emoções é o primeiro livro da série The Insight Series Kids, criada para apoiar o crescimento emocional e a autoconsciência das crianças.

Elaborado para ajudá-las a compreender e expressar suas emoções, construir autoconfiança e desenvolver a inteligência emocional por meio de uma narrativa gentil e ilustrações cativantes.

Este livro é ideal para pais, educadores e cuidadores que desejam promover um aprendizado emocional significativo, seja em casa ou na sala de aula.

Inclui também valores e temas cristãos, oferecendo uma perspectiva fundamentada na fé sobre o desenvolvimento emocional.

Criando pensamentos saudáveis

Em O Jardim dos Meus Pensamentos, uma criança adentra um mundo oculto onde cada pensamento floresce em uma planta viva — alguns gentis e bondosos, outros emaranhados e ruidosos. Guiada por uma borboleta e pela sabedoria amorosa de sua avó, a criança começa a compreender: nem todo pensamento é verdadeiro e, com cuidado, podemos escolher o que cresce no jardim da nossa mente.

Esta história ensina gentilmente as crianças a reconhecer suas emoções, a cultivar o que é bom e a deixar ir aquilo que não lhes serve. Enraizado na fé e repleto de esperança, O Jardim dos Meus Pensamentos lembra aos jovens leitores que Deus planta sementes de verdade, amor e coragem em cada coração e, com Ele, eles podem crescer fortes e cheios de alegria.

Aprendendo a cuidar da natureza

Nós, os Guardiões da Natureza é uma história comovente sobre um menino e seu pai, que partem em uma aventura especial.

Em meio a florestas, rios, flores e animais, o menino descobre que a criação de Deus é um presente vivo, destinado a ser cuidado com amor.

Com a orientação de seu pai — que trabalha com a energia do sol —, ele aprende que cada um de nós pode ajudar a proteger a natureza e que essa missão pertence a todos.

Ao final, o menino convida todas as crianças a se juntarem a ele e se tornarem Guardiões da Natureza.

NOVO! Desenvolvendo o amor próprio

Afinal… O Que Significa Ser Normal? é uma história infantil que convida os leitores a repensar o que significa ser “normal”. Pelos olhos curiosos de uma menina e de sua Tia Excêntrica, as crianças descobrem que as diferenças não são falhas; são superpoderes.

Ambientada no cotidiano escolar e familiar, a história explora com delicadeza a diversidade, a autoaceitação e o senso de pertencimento emocional. Com ilustrações lúdicas e linguagem simples, o livro ajuda as crianças a compreender que não existem duas pessoas iguais — e que é exatamente isso que torna o mundo especial.

Uma jornada poética e significativa que celebra a individualidade, a gentileza e a beleza de ser você mesmo.

Avaliação de especialista

Ao ler O Tesouro das Emoções, eu me percebo diante de uma obra que traduz, com extrema delicadeza, um dos pilares mais fundamentais da psicologia positiva: a validação integral das emoções humanas. Logo no início, quando o livro apresenta que “é incrível sentir todas as emoções que sentimos” , eu reconheço um movimento profundamente alinhado à educação emocional contemporânea — não há hierarquia entre emoções. Alegria, tristeza, medo e raiva não são vistas como boas ou ruins, mas como experiências legítimas da existência. Isso, por si só, já promove na criança um senso de aceitação interna, essencial para o florescimento psicológico. O que me toca com profundidade é a forma como o livro ressignifica emoções frequentemente evitadas. O medo, por exemplo, é apresentado como protetor — ele nos ajuda a pedir ajuda e a nos preservar .

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A raiva, por sua vez, ganha um lugar de expressão saudável, ensinando a criança sobre limites e sobre o direito de dizer “não” . Aqui, vejo claramente a construção de habilidades socioemocionais fundamentais, como assertividade e autoconsciência. Há também uma beleza silenciosa na maneira como a tristeza é abordada. O livro não a nega, nem a corrige — ele a acolhe. Ao mostrar que, na tristeza, buscamos afeto e percebemos que não estamos sozinhos , a narrativa fortalece vínculos e estimula a confiança relacional. Isso é psicologia positiva na sua essência: não eliminar o sofrimento, mas transformá-lo em ponte de conexão. Outro ponto que considero profundamente rico é a integração entre corpo, mente e alma. Ao longo da história, a criança é conduzida a perceber que sente com o corpo, pensa com a mente e encontra conforto na dimensão espiritual . Essa visão ampliada favorece o desenvolvimento de sentido — um dos pilares do bem-estar segundo a psicologia positiva. A metáfora central — as emoções como um “tesouro” — é de uma potência simbólica imensa. Ela desloca o olhar da criança: aquilo que muitas vezes é confuso ou desconfortável passa a ser valioso. E quando a criança aprende que o que sente tem valor, ela começa, ainda que de forma sutil, a construir autoestima. Percebo também que o livro cultiva esperança de maneira muito sensível. Ao trazer a ideia de que sempre há apoio, amor e possibilidade de crescimento , ele fortalece o que chamamos de recursos internos — resiliência, coragem e confiança no futuro. Não é uma positividade ingênua, mas uma esperança construída a partir da experiência emocional real. Por fim, o fechamento da obra me parece um convite à autoria da própria vida. Quando a criança é lembrada de que pode “escrever a história mais incrível de todas” , ela é colocada no lugar de protagonista — e isso é profundamente transformador. Ao analisar esse livro, eu sinto que ele não apenas ensina sobre emoções, mas legitima a experiência de ser humano desde a infância. Com suavidade, ele planta sementes de autoconsciência, aceitação e amor próprio. E, talvez, o mais bonito de tudo: ele ensina que sentir — tudo — já é, por si só, um grande tesouro.”

Psicóloga Carmela Silveira


“Ao olhar para o livro O Jardim dos Meus Pensamentos sob a perspectiva da psicologia infantil positiva, percebo uma obra profundamente sensível, que respeita a criança em sua totalidade emocional e promove o desenvolvimento de recursos internos de forma leve, simbólica e acolhedora. Um dos pontos mais bonitos da narrativa é a validação das emoções. Logo no início, quando a criança reconhece que há dias leves e dias difíceis (“minha mente é leve como uma pluma… em outros, cheia de trovões”, vejo um convite genuíno para que a criança compreenda que sentir faz parte. Isso é essencial na psicologia positiva: não negar emoções negativas, mas integrá-las com segurança. Também observo com muito carinho o uso da metáfora do jardim como representação da mente. Ao transformar pensamentos em plantas , o livro torna concreto algo abstrato, facilitando o acesso da criança ao próprio mundo interno. Essa construção simbólica favorece o desenvolvimento da consciência emocional e da autorregulação de maneira lúdica e acessível. Outro aspecto extremamente potente é o estímulo à flexibilidade cognitiva. Quando a criança aprende que “nem todo pensamento tem a verdade” , percebo um trabalho muito importante de diferenciação entre pensamento e realidade. Isso contribui diretamente para prevenir padrões de ansiedade e autocrítica excessiva desde cedo.

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A presença da borboleta como guia me transmite um elemento de regulação emocional mediada, algo muito importante na infância. Ela oferece orientação sem imposição, promovendo autonomia com suporte — um dos pilares do desenvolvimento saudável. Vejo ainda um cuidado especial com o fortalecimento da autoeficácia e do protagonismo infantil. Quando a criança afirma que pode escolher o que cresce em seu jardim , o livro devolve a ela um senso de controle interno, essencial para a construção de autoestima sólida. As frases finais — “eu sou forte”, “posso pedir ajuda”, “estou aprendendo” — reforçam crenças positivas e realistas, alinhadas com a psicologia positiva contemporânea. Não são frases vazias, mas construídas ao longo da experiência da personagem, o que dá legitimidade emocional ao aprendizado. Outro ponto que me toca profundamente é a inclusão da espiritualidade de forma acolhedora, ao trazer Deus como fonte de cuidado e apoio. Isso amplia o senso de segurança emocional e pertencimento, respeitando dimensões importantes do desenvolvimento humano. Por fim, destaco o quanto o livro favorece práticas concretas de autorregulação, como a respiração e o ato simbólico de “cuidar do jardim”, que podem ser facilmente incorporadas no dia a dia da criança. Na minha leitura, este livro não apenas conta uma história — ele oferece uma experiência emocional. Ele ensina, com delicadeza, que pensamentos podem ser observados, sentimentos podem ser acolhidos e que, dentro de cada criança, existe um espaço possível de cuidado, escolha e crescimento. Recomendo essa obra como um recurso terapêutico e educativo extremamente rico, capaz de fortalecer a saúde emocional infantil de forma leve, profunda e respeitosa.”

Psicóloga Carmela Silveira


Ao olhar para este livro infantil, “Guardião da Natureza”, eu me emociono profundamente — não apenas pelas cores e pela delicadeza das ilustrações, mas pela potência simbólica que ele carrega no desenvolvimento emocional das crianças.
Sob a ótica da psicologia existencial infantil, esta obra toca em algo essencial: o despertar do sentido. A criança, ao acompanhar a jornada do personagem, não está apenas vendo uma história — ela está sendo convidada a existir no mundo com consciência, pertencimento e responsabilidade. E isso é raro e precioso.
Percebo, página após página, a construção de um olhar que sai do automático — da televisão, da cidade, da desconexão — e caminha em direção ao encontro com a natureza, com o pai, com o afeto e, sobretudo, com o significado da própria existência. A criança começa a entender, de forma simples e profunda, que ela faz parte de algo maior. Que ela pode cuidar, sentir, observar e transformar.

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Há também um elemento que considero fundamental: o vínculo. A presença do pai, que ensina, acolhe e caminha junto, oferece à criança uma base segura para explorar o mundo. Na psicologia existencial, sabemos que é através do encontro com o outro que nos reconhecemos. E este livro traduz isso com uma sensibilidade encantadora.
Outro ponto que me toca é a experiência emocional do personagem — o encantamento, a tristeza ao ver a natureza sendo machucada, e depois a reconstrução do sentido através do cuidado e da consciência. Isso ensina a criança algo muito valioso: sentir é importante, e transformar o sentir em ação é ainda mais.
Este não é apenas um livro sobre natureza. É um livro sobre existir. Sobre olhar o mundo com presença. Sobre perceber que cada pequena atitude carrega significado.
Eu recomendo esta obra com todo o meu coração, especialmente para pais que desejam ir além do entretenimento e oferecer aos seus filhos experiências que nutrem a alma, desenvolvem a consciência e fortalecem valores profundos.
Este livro planta algo muito bonito: a semente do sentido.
E uma criança que cresce com sentido… cresce mais inteira, mais conectada e mais capaz de amar o mundo em que vive.

Com carinho,
Psicóloga Carmela Silveira


Carmela Silveira

Psicóloga clínica e com atuação em psicologia hospitalar, com foco em saúde integrativa, autocuidado e equilíbrio entre corpo e mente. Atua atualmente com indivíduos e empresas na promoção do bem-estar integral, integrando as dimensões física, emocional e espiritual da saúde.

Sua abordagem combina psicologia baseada em evidências com práticas integrativas, incluindo a compreensão de que estados emocionais e o equilíbrio interno podem influenciar positivamente a saúde e a vitalidade a nível celular.

Anteriormente, atuou amplamente em psicologia hospitalar e psico-oncologia, incluindo UTI, oncologia, UTI neonatal, unidade de queimados, doenças crônicas e cuidados paliativos. Também liderou iniciativas em cuidados paliativos e acompanhou pacientes e famílias em contextos complexos e terminais.

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